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Entendendo o cálculo do PIB

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Fonte: IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) Arte: Raphael Salimena

Os cinco vilões do crescimento do Brasil - Segundo Luís Guilherme Barrucho da BBC Brasil - São Paulo

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Embora já tenha conquistado o posto de sexta maior economia do mundo em 2011, o Brasil ainda se vê às voltas com dificuldades estruturais, burocráticas e econômicas que destoam do papel assumido pelo país na cena internacional nos últimos anos. Tal conjunto de entraves, o chamado "Custo Brasil", impede um crescimento mais robusto da economia, minando a eficiência da indústria nacional e a competitividade dos produtos brasileiros. 1) Infraestrutura precária Além de mais caro, transporte rodoviário sofre com infraestrutura deteriorada. Como resultado, os custos logísticos acabam encarecendo o produto final. De acordo com um levantamento do instituto ILOS, cerca de 30% do preço da tonelada soja produzida em Mato Grosso e exportada do porto de Santos, por exemplo, referem-se apenas aos gastos com transporte do grão. Além da infraestrutura, o país também sofre com as altas tarifas de energia elétrica, apesar de cerca de 70% de sua matriz energética ser proveniente de hidrel...

Resumo: Crise na União Européia

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Histórico • 2011 foi marcado pela crise •Espalhou pelos quatro cantos do mundo, derrubando índices das bolsas de valores e criando um clima de pessimismo na esfera econômica mundial. Causas da crise: •Endividamento público elevado, principalmente de países como a Grécia, Portugal, Espanha, Itália e Irlanda. •Falta de coordenação política da União Europeia para resolver questões de endividamento público das nações do bloco. Consequências da crise: •Fuga de capitais de investidores; •Escassez de crédito; •Aumento do desemprego; •Descontentamento popular com medidas de redução de gastos adotadas pelos países como forma de conter a crise; •Diminuição dos ratings das nações e bancos dos países mais envolvidos na crise; •Queda ou baixo crescimento do PIB dos países da União Europeia em função do desaquecimento da econômica dos países do bloco. •Contaminação da crise para países, fora do bloco, que mantém relações comerciais com a União Europeia, inclusive o Brasil. A cris...

Nova versão dos PAC's: O PAC Equipamentos

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A crise europeia continua piorando e está deprimindo o crescimento da economia mundial. Em vista desse cenário, o governo brasileiro está tomando medidas de estímulo a economia para ampliar investimentos, estimular a demanda, aumentar a confiança e para acelerar o crescimento. Para isso o Ministro da Fazenda, apresentou ontem (27/06) um programa de compras de R$ 8,4 bilhões cujo objetivo é tentar estimular o crescimento da economia. Do total divulgado, cerca de R$ 1,8 bilhão já estava previsto no Orçamento da União. Com isso, o gasto adicional será de R$ 6,6 bilhões, segundo documento do Ministério da Fazenda. Entre outros itens, o governo pretende comprar blindados, ambulâncias, caminhões, "patrulhas agrícolas" (tratores e implementos), retroescavadeiras, ônibus, carteiras escolares, equipamentos de saúde, como tomógrafo, equipamentos de hemodiálise, mobiliário e ônibus escolares. Também foi firmado um compromisso para a construção de quadras esportivas.

BC faz nova previsão para o PIB em 2012 e meta de inflação fica estável para impulsionar crescimento

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Tomando o cenário de referência, que coloca a Selic estável em 8,5% e taxa de câmbio constante em 2 reais, a projeção do BC é de uma inflação em torno de 4,7% neste ano, 5% em 2013 e 5,1% no segundo trimestre de 2014. O Banco Central (BC) reduziu a previsão para o crescimento da economia brasileira neste ano de 3,5% para 2,5%, conforme mostra seu Relatório Trimestral de Inflação, divulgado nesta quinta-feira. A estimativa está abaixo também do desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) do país em 2011, de 2,7% de alta, resultado considerado baixo. Se confirmada a estimativa do BC, será o valor mais baixo desde 2009, quando a economia brasileira sentiu os efeitos da primeira etapa da crise financeira. Naquele momento, houve uma queda de 0,6% no PIB. Em 2010, porém, o crescimento avançou 7,5% e, em 2011, cresceu 2,7%. De acordo com a instituição, a economia tende a acelerar no segundo semestre deste ano, favorecida pelos "efeitos defasados e cumulativos das ações de política monetá...

18 anos de Real: Melhor retorno veio do CDI

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A renda fixa medida pelo Certificado de Depósito Interbancário (CDI) foi a aplicação com maior rentabilidade para o investidor desde o início da circulação do real, que completa 18 anos em 1º de julho, aponta pesquisa divulgada nesta quinta-feira (28) pela consultoria Economatica. O retorno real (descontada a inflação pelo IPCA) do CDI foi de 605% entre 30 de junho de 1994 e 26 de junho de 2012, diz o estudo. Fonte:

Projeções de rendimento da poupança a partir das novas medidas do Bacen

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Com a baixa na taxa básica de juros, rendimentos de renda fixa ficariam 'desinteressantes' em comparação com a poupança. Por isso, o governo viu a necessidade de alterar também o rendimento da caderneta sempre que a Selic ficar igual ou abaixo de 8,5% a.a. Confira os rendimentos da poupança com as variáveis da Selic (a.a.), conforme projeções da corretora Cruzeiro do Sul (http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201205102003_TRR_81189436): Selic - Rendimentos 8,50% - 6,17% 8,00% - 5,60% 7,50% - 5,25% 7,00% - 4,90% 6,50% - 4,55% 6,00% - 4,20% 5,50% - 3,85% 5,00% - 3,50% 4,50% - 3,15% 4,00% - 2,80% 3,50% - 2,45% 3,00% - 2,10% 2,50% - 1,75% 2,00% - 1,40%